Friday, June 29, 2007

DIREITO À INDIGNAÇÃO

NOTA INFORMATIVA
DIREITO À INDIGNAÇÃO

Veio o PSD vangloriar-se pelo despacho de não pronúncia produzido pelo Juiz de Instrução Criminal de Barcelos no processo 1046/06.0TABCL, em que era arguido o Dr. Fernando Reis, Presidente da CMB.

O facto do processo ter estado em segredo de justiça não permitia qualquer comentário anterior. Sem prejuízo do respeito que nos devem merecer as decisões judiciais, é direito de qualquer cidadão discordar dessas mesmas decisões, recorrendo delas ou não.

Acresce que no PSD há quem pretenda imputar aos Vereadores do PS um comportamento contraditório, ou seja de que teriam apresentado queixa e depois em sede de inquérito teriam dito que nada viram.

Só uma mente intelectualmente deformada poderá fazer tal afirmação. Na verdade, o que se esperava dos Vereadores do PS era que dissessem a verdade.

Ora, o que estava em causa era a declaração produzida para a imprensa pelo Presidente da Câmara, no final da Assembleia Municipal de 17.02.2006, em que, referindo-se ao Grupo Municipal do PS, utilizou a palavra “carneirada” e ainda que, no decurso da mesma Assembleia, ao responder a uma intervenção de Manuel Mota, levou o dedo á testa, gesto que em qualquer parte do mundo quer significar que se pretende chamar ”doido” a alguém.

Quanto às palavras estas foram ditas e gravadas por jornalistas presentes e reproduzidas nas rádios e em alguns jornais locais.

Quanto ao gesto o mesmo foi visto por várias deputados presentes, que assim depuseram e até por uma jornalista, como resulta dos respectivos depoimentos

O que os Vereadores do PS disseram é que não viram o gesto, pela simples razão de que não o podiam ter visto, já que, estando sentados na bancada, de frente para os deputados municipais e do lado direito do Presidente da Câmara, obviamente não o tinham no seu campo de visão.

Mas declararam que imediatamente após o gesto referido, visto por várias pessoas, se gerou um forte protesto da bancada do PS, que levou até ao abandono da sessão em reacção à recusa censurável do Presidente da Assembleia em não permitir a intervenção do visado para defesa da honra. Mais declararam que, atenta a idoneidade dos testemunhos não tinham dúvidas sobre a actuação do arguido.

Assim, causa perplexidade e indignação a pretendida crítica aos Vereadores do PS por terem falado verdade, que é o que se espera de pessoas íntegras.

Independentemente da decisão proferida, o que fica para a história é que o Senhor Presidente da Câmara, dirigindo-se aos membros do PS na AM, utilizou a expressão “ carneirada “ e que levou o dedo à testa dirigindo-se ao deputado Manuel Mota,  gesto que, independentemente da declarada intenção de quem o faz,  em qualquer parte do mundo significa chamar doido ao visado.

Também o que fica registado para a história é que quer o Presidente da CMB, quer alguns deputados do PSD declararam nada ter feito ou visto, apesar da evidência dos factos, o que revela a sua postura e coragem em assumir ou não as suas acções ou omissões.

Acresce que o despacho de arquivamento quanto às queixas dos Vereadores e Grupo Municipal do PS e á expressão “carneirada” é antes do Ministério Público, datado de 21.12.2006, mas nesse despacho o Ministério Público acusou o então arguido Dr. Fernando Reis pelo gesto referido, imputando-lhe um crime de injúria agravada, o que só aconteceu pela existência de indícios sérios no processo.

O que agora foi arquivado, no despacho de não pronúncia de 19.06.2007, foi tão só este último, em que é tomada posição contrária ao Ministério Público e sem custas, mas não resulta desse despacho que se tenha provado que o arguido não praticou os factos de que vinha acusado, o que é algo bem diferente.

Finalmente, no processo em causa considera-se desculpável, na política, a utilização da palavra “carneirada” e o gesto referido e no despacho de arquivamento são citadas decisões do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, que reteve como lícitas expressões, no âmbito da luta política, como “ imbecil”, “lobbista”, “experiente em urbanizações selvagens”, “comissário de negócios sujos”, mas sem se esclarecer se tal decisão se referia a alguém de Barcelos ou a  país do terceiro mundo, pois que, de certeza, não se referia a país civilizado, onde a actividade política honra quem a exerce e é considerada uma das manifestações mais elevadas do exercício da cidadania.

Assim, o PS não pode deixar de declarar a sua mais viva indignação pelas palavras e gesto da autoria do Presidente da CMB, de se sentir ofendido e de reiterar que será esta censura ética e política que ficará registada na história de Barcelos.

Barcelos, 29 de Junho de 2007

O Secretariado da Comissão Política

 

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Wednesday, June 27, 2007

PSD NÃO RESPEITA OPOSIÇÃO

Em 19.04.2007 os Vereadores do PS tinham solicitado, por requerimento, informação detalhada sobre o estado de revisão do PDM e em especial sobre os pedidos de alteração de parcelas em RAN e REN.

Considerando que só parte da informação foi fornecida, na reunião da CMB de 8.08.2006 os Vereadores eleitos pelo PS apresentaram um requerimento a solicitar as informações em falta.

Designadamente, nos termos do artigo 68º, n.º 1, alínea s) da Lei 169/99 de 18 de Setembro, que lhes fosse prestada, no prazo de dez dias, informação escrita detalhada, contendo esclarecimentos sobre as seguintes questões, relativas ao processo de revisão do PDM:

1-     Nesse processo de revisão foram apresentados às autoridades competentes pedidos de apreciação para alteração de parcelas até agora incluídas em RAN e/ou REN?

2-     Em que datas foram apresentados, a que entidades e quais foram esses pedidos, solicitando envio de cópia do respectivo pedido, com a fundamentação e plantas de suporte, com as eventuais respostas, havendo-as.

3-     Quais os procedimentos que se encontram pendentes nesta data ou por cumprir e qual a razão do atraso do processo de revisão?

Decorreram já os dez dias e nenhuma informação foi fornecida. Porquê?

Fala o PSD em transparência e que nada tem a esconder, mas a sua prática revela falta de respeito pela Oposição Socialista com representação no executivo camarário e indicia uma estratégia de afrontamento total. Porquê e para quê? O que tem o PSD a esconder? Que visão têm da democracia os seus responsáveis?

Já sabemos que vão emitir comunicados do teor habitual…

Também já não nos admira nem surpreende a postura de algumas figuras locais, que, na hora “H” se aliam ao PSD…

Percebemos a sua estratégia… a resposta política será a adequada…

Os Barcelenses sabem isso… não serão desiludidos.

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Friday, June 22, 2007

ACÇAO SOCIALISTA

Dar mais democracia à democracia

José Sócrates declarou o seu total apoio à reforma do

Parlamento que a bancada do partido vai apresentar

na Assembleia da República até ao próximo dia 10 de Julho

     

Ao encerrar as Jornadas Parlamentares do Partido Socialista de 18 e 19 de Junho, em Tomar, o secretário-geral disse que esta é uma reforma indispensável que há muito se fazia sentir e que vai proporcionar um ambiente de maior abertura política e de debate entre os diversos partidos representados no Parlamento, assim como abrirá novas janelas de oportunidade para mais intervenções e diálogo dos partidos da oposição com o Governo.
Sócrates afirmou que vem acompanhando esta reforma, “como era minha obrigação”, sublinhando que “sempre estive de acordo com ela”.
E para que não sobrem dúvidas, acrescentou: “fiz aliás sugestões que me envolviam pessoalmente como primeiro-ministro porque acho isso da maior importância”.
O secretário-geral não deixou de lembrar que, apesar do PS dispor actualmente de uma maioria absoluta, nem por isso deixa de ser a força política que tem a coragem de propor e de avançar com uma reforma que permitirá “às forças da oposição, passarem a ter mais espaço e mais tempo para exporem os seus pontos de vista”.
“Nunca houve um líder de um partido com maioria absoluta que tivesse concordado com uma reforma que obriga o primeiro-ministro a ir mais vezes ao Parlamento” sublinhou.
Uma das alterações a introduzir respeita à frequência com que o primeiro-ministro terá que se deslocar à Assembleia da República.
Com efeito, os debates mensais deverão passar a quinzenais, facto que para José Sócrates não oferece qualquer problema. “Irei mais vezes ao Parlamento e fá-lo-ei com muito gosto”.
Para o secretário-geral do PS, esta reforma não visa fortalecer os poderes da maioria, mas antes, como sublinhou, “dar mais poderes às oposições, reforçar o seu papel e dar-lhes mais capacidades e oportunidades”.
Lembrando que este é o Governo que mais reformas tem feito, José Sócrates pediu urgência aos deputados do PS para aprovarem o mais rápido possível um conjunto de diplomas que o Governo já enviou para o Parlamento, como é o caso das propostas de reforma do Ensino Superior, do financiamento do Sistema Rodoviário, do Licenciamento de Obras ou ainda os diplomas relativos ao pacto da Justiça, entre outros.
O elevado ritmo que o Governo está a imprimir à sua agenda reformista, referiu por fim o secretário-geral e primeiro-ministro, não vai abrandar, mesmo durante os meses em que Portugal assumirá a responsabilidade da presidência da União Europeia.
Referindo-se à oposição, o líder socialista lembrou que o traço mais distintivo da vida política portuguesa é que quem tem uma agenda e iniciativas é o Governo, enquanto a oposição “limita-se a comentar as iniciativas do Governo”.
Os partidos da oposição, disse, “tinham a obrigação de contribuir com uma agenda política alternativa, capaz de avançar com soluções e propor vias diferentes”.

Reformar o Parlamento
para o tornar mais democrático

O Grupo Parlamentar do PS (GP/PS) esteve reunido em Tomar para debater a reforma do Parlamento, que deverá entrar em funcionamento na próxima sessão legislativa, ou seja, a 15 de Setembro próximo.
Segundo Aberto Martins, o PS vai usar a sua maioria absoluta para “alargar e democratizar o espaço político e não para o estreitar ou empobrecer”, razão pela qual, disse, “não contem com o PS para fazer do regimento uma arma de arremesso contra quem quer que seja”.
O presidente do GP/PS foi peremptório ao afirmar que a reforma do Parlamento vai permitir que a Assembleia da República faça melhor aquelas que são as suas “irrecusáveis e inalienáveis funções constitucionais de representação e fiscalização do Governo e da Administração Pública”.
Em concreto, o líder da bancada defendeu que o plenário deve ser o lugar por excelência dos grandes debates políticos, ao mesmo tempo que enfatizou a valorização do trabalho em comissões no que respeita ao processo legislativo, assumindo estas, em regra, a discussão na generalidade, “desfazendo-se o mito nocivo e real de que o trabalho parlamentar é efectuado apenas em plenário”. Segundo Aberto Martins, este “é um erro que tem tido custos pesados para a Assembleia no exterior, e que não tem suporte na densidade e qualidade dos trabalhos parlamentares que se situam a montante da deliberação da votação global final”.
Com o objectivo de valorizar a autonomia, a liberdade e a responsabilidade dos deputados, a reforma pensada pelo Partido Socialista passa também por estabelecer “a obrigatoriedade de discussão e votação de todas as iniciativas legislativas apresentadas”.
Em matéria de debates, a proposta que está em cima da mesa fará com que o Governo preste contas com maior regularidade e segundo formatos mais equilibrados e actuais.

 

 

 

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Tuesday, June 19, 2007

NOTICIAS NACIONAIS - WWW.PS.PT

Conferência sobre “Novos desafios sociais da Europa” na FIL, Parque das Nações

O Centro de Reuniões da FIL, no Parque das Nações, vai ser palco no próximo dia 22, pelas 17h30, de uma conferência sobre “Novos desafios sociais da Europa”, que terá como moderador o secretário nacional do PS e ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, e como oradores o secretário nacional do PS e ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, Vieira da Silva, o ideológo da “Terceira Via” e professor da London School of Economics, Anthony Giddens e o líder do Partido Social-Democrata da Dinamarca, Helle Thorning-Schmidt. Trata-se de uma iniciativa conjunta do Partido Socialista, do Fórum Novas Fronteiras e da Policy Network.

Ver mais em www.ps.pt

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Thursday, June 14, 2007

NOTICIAS NACIONAIS

2007-06-12

Socialistas europeus subscrevem prioridades da presidência portuguesa

As prioridades da futura presidência portuguesa da União Europeia (UE), apresentadas pelo primeiro-ministro, José Sócrates, merecem o apoio e o acordo dos deputados socialistas europeus. Esta a mensagem deixada pelo presidente do Grupo Socialista no Parlamento Europeu (PE), Martin Schulz, à saída de uma reunião de trabalho realizada no dia 11 de Junho, na sede nacional do PS.

Ladeado pelo chefe do Executivo português, Schulz disse aos jornalistas que os deputados socialistas europeus vieram a Lisboa debater as perspectivas sobre a presidência portuguesa da União, que começa no dia 1 de Julho próximo. Segundo o presidente do grupo de deputados socialistas no PE, o acordo verificado em torno do programa da presidência da UE apresentado por Sócrates foi generalizado, especialmente no ponto das relações transatlânticas que, segundo disse, “não podem limitar-se ao diálogo com os Estados Unidos da América”, assinalando assim a importância crucial de alargar os contactos à América do Sul, designadamente ao Brasil.

Por sua vez, José Sócrates sublinhou a importância desta visita dos deputados socialistas europeus ao nosso país para a preparação da presidência portuguesa da União, considerando as reuniões dos dias 11 e 12 de Junho como “decisivas” para o trabalho que se avizinha.

“Foi muito interessante registar a confluência existente quanto à agenda europeia para o próximo semestre”, disse o governante português, frisando como pontos essenciais da mesma as questões relativas ao processo constitucional e à afirmação do papel da Europa no mundo.

Para este último objectivo, Sócrates defendeu como fundamental as futuras cimeiras com o Brasil, África e Médio Oriente.

Após registar com visível agrado que a agenda internacional da presidência portuguesa da União Europeia foi “muito bem recebida” pelos deputados socialistas do PE, Sócrates respondeu às questões colocadas pelos jornalistas sobre a localização do novo aeroporto de Lisboa, sublinhando que o Governo vai aguardar seis meses pelos resultados de um novo estudo e não mais “porque o país já está a pagar o preço por não decidir”. M.R.

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NOTICIAS NACIONAIS - FORUM AUTARQUICO PS

2007-06-11

Fórum autárquico do PS/Algarve debateu novos desafios do poder local

A nova Lei das Finanças Locais propõe um modelo de financiamento “justo e adequado” aos novos desafios que se colocam às autarquias, visando uma “governação mais eficaz, transparente e com mais rigor”, afirmou o secretário nacional do PS para as Autarquias, Miranda Calha, no dia 9, em Portimão, na abertura dos trabalhos do Fórum Autárquico promovido pelo PS/Algarve, que juntou autarcas socialistas e membros do Governo numa reflexão em torno de quatro painéis: “Cidades e inclusão social”, “Novas políticas de ordenamento”, “Autarquias e projecto educativo” e “Organização autárquica e novos modelos de governação municipal”.

Numa intervenção de fundo sobre a política do PS e do Governo na área das autarquias, Miranda Calha referiu que a Lei das Finanças Locais é “uma reforma necessária e ambiciosa”, que permitirá uma maior descentralização de competências para os municípios, “com regras claras e transparentes”, que assim estarão aptos a lançar uma nova geração de políticas nas áreas da educação, acção social e saúde. A discussão estendeu-se por quatro painéis, entre os quais “Cidades e inclusão social”, moderado por Adriano Pimpão, que contou com o ministro do Trabalho, Vieira da Silva, o secretário de Estado da Saúde, Francisco Ramos, e os autarcas António Magalhães da Silva, Joaquim Raposo, Maria da Luz Rosinha e Francisco Leal, respectivamente, presidentes das câmaras de Guimarães, Amadora, Vila Franca de Xira e Olhão.

“Novas políticas de ordenamento”, painel moderado por João Guerreiro, contou com a participação do secretário de Estado das Cidades e do Ordenamento do Território, João Ferrão, e do deputado Ramos Preto, da Comissão de Poder Local, Ambiente e Ordenamento da AR, bem como dos autarcas José Ernesto, António Leitão Borges, Guilherme Pinto e Manuel Marreiros, respectivamente, presidentes dos municípios de Évora, Resende, Matosinhos e Aljezur.

A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, participou no painel “Autarquias e projecto educativo”, moderado por António Pina, que contou ainda com a presença da coordenadora dos deputados do PS/Algarve, Aldemira Pinho, e de Silvino Sequeira, Joaquim Morão, Maria Amélia Antunes e Júlio Barroso, respectivamente, presidentes das câmaras de Rio Maior, Castelo Branco , Montijo e Lagos.

O último painel, moderado por Vítor Neto, teve como tema “Organização autárquica e novos modelos de governação municipal” e nele participou o secretário de Estado da Administração Local, Eduardo Cabrita, e o deputado da Comissão de Poder Local, Ambiente e Ordenamento da AR, Luís Pita Ameixa, bem como Gil Fonseca, Susana Amador e Carlos Tuta, respectivamente, presidentes das câmaras de Águeda, Odivelas e Monchique.

O encerramento dos trabalhos esteve a cargo de José Apolinário, dirigente da ANA/PS e presidente da Câmara Municipal de Faro. J. C. C. B. 

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Monday, June 11, 2007

PDM - REVISÃO - AS CONTRADIÇÕES DO PSD

Na sequência do requerimento apresentado pelos Vereadores no PS na última reunião de Câmara de sexta feira, dia 8 de Junho ( ver teor publicado neste blog ), o Vereador do PS, Horácio Barra, prestou declarações para jornais e rádios locais, em que denunciava a falta de esclarecimentos por parte do PSD, apesar de existir a obrigação legal de informar os Vereadores do PS sobre as diligências efectuadas pelo Presidente da CMB no processo de revisão do PDM.

O que não aconteceu até hoje e só após insistência dos mesmos é que lhes foi fornecida parte da informação solicitada, com a justificação de que não se encontra ainda aberta a discussão pública!!

Para o PSD os Vereadores do PS são público ou pertencem ao executivo camarário ? Exige-se resposta….pois o que está em causa é a democracia.

Por isso, os Vereadores do PS denunciaram a falta de discussão em reunião de Câmara daquele processo e em especial o que se refere às opções relativas ao ordenamento do território concelhio e as pretendidas desafectações de espaços hoje em RAN e REN.

O PS defende a transparência do processo e o acesso a essas informações, pela simples razão de que, sendo 4 os Vereadores do PS e cabendo ao executivo discutir todos os assuntos de interesse para Barcelos, não faz sentido que o PSD actue nesta, como noutras matérias, em aparente “secretismo”, apesar de dizer o contrário.

Faz lembrar o anunciado processo de demolição de obras alegadamente ilegais. Há mais de 4 anos nada mais se sabe, apesar da promessa de que tudo seria revelado aos Vereadores e à Assembleia Municipal. Na verdade é tudo uma questão de transparência…

Em declarações aos orgãos de informação o Sr. Vereador Eng Manuel Marinho veio responder dizendo que os Vereadores do PS já poderiam ter dado os seus contributos para o processo de revisão do PDM e que se teriam demitido de tal.

Daquelas menos felizes declarações resulta que aquele Sr. Vereador tem um conceito de democracia e de participação no executivo deveras redutor e que evidencia as contradições do PSD.

Onde quer aquele Sr. Vereador e o PSD que os Vereadores do PS discutam as opções de Revisão do PDM? Obviamente que só pode ser em reunião de Câmara!

Percebe-se que ao PSD não interessa a discussão. Como quer que os Vereadores do PS apresentem alternativas ou sugestões se nem sequer lhes é mostrado, mas antes ostensivamente escondido, todo o processo de revisão do PDM? Mais uma  vez o PSD esconde a sua responsabilidade política por detrás da sua maioria absoluta…

Depois desculpa-se o PSD com terceiros….. Mas se o PSD quer discutir na rua este assunto terá que primeiro tornar público todo o processo.

O PS defende a TRANSPARÊNCIA TOTAL DESTE PROCESSO… E o PSD? Qual a razão para não fornecer as informações quando lhe são pedidas? Está a esconder algo ou há algo a esconder? Quem sai beneficiado ou prejudicado?

A democracia exige discussão elevada e é a Reunião de Câmara o lugar próprio para todos os Vereadores do PS e PSD e Presidente da CMB discutirem este assunto….

O PS não abdica dessa discussão, muito menos da transparência do processo ….

Horácio Barra

Presidente da Concelhia do PS e Vereador

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Friday, June 8, 2007

PDM - REVISÃO - REQUERIMENTO DOS VEREADORES DO PS

Em 19.04.2007 os Vereadores do PS tinham solicitado, por requerimento, informação detalhada sobre o estado de revisão do PDM e em especial sobre os pedidos de alteração de parcelas em RAN e REN.

Decorrido o prazo legal só parte da informação foi disponibilizada.

Por essa razão, na reunião da Câmara Municipal de Barcelos de hoje ( 08.06.2007 ) apresentaram novo requerimento, a solicitar as informações em falta.

Anexo ( requerimento ):   EXMO SENHOR

PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE BARCELOS

DATA: 08.06.2007

ASSUNTO: PEDIDO DE INFORMAÇÃO ESCRITA - REVISÃO DO PDM

Por requerimento de 19.04.2007 os Vereadores eleitos pelo Partido Socialista apresentaram um pedido de informação sobre o processo de revisão do PDM do concelho de Barcelos.

Apesar de existir o dever legal de informação aos Vereadores eleitos pelo PS sobre os procedimentos efectuados até esta data, a informação veio incompleta, pois só respondeu á primeira questão.

Deste modo, vimos solicitar, nos termos do artigo 68º, n.º 1, alínea s) da Lei 169/99 de 18 de Setembro, que nos seja prestada, no prazo de dez dias, informação escrita detalhada, contendo esclarecimentos sobre as seguintes questões:

1-     Nesse processo de revisão foram apresentados às autoridades competentes pedidos de apreciação para alteração de parcelas até agora incluídas em RAN e/ou REN?

2-     Em que datas foram apresentados, a que entidades e quais foram esses pedidos, solicitando envio de cópia do respectivo pedido, com a fundamentação e plantas de suporte, com as eventuais respostas, havendo-as.

3-     Quais os procedimentos que se encontram pendentes nesta data ou por cumprir e qual a razão do atraso do processo de revisão?

Com os melhores cumprimentos,

Os Vereadores eleitos pelo PS

Horácio Barra

Manuel Ribeiro

Rui Xavier

Domingos Pereira

 

 

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Tuesday, June 5, 2007

SITE PS-BARCELOS - WWW.PS-BCL.COM

Depois de ter estado inactivo durante vários meses, em virtude de problema técnico, informamos que já foi recuperado e reactivado o site da Concelhia de Barcelos do PS, com o endereço:

 www.ps-bcl.com

Informamos ainda que nas próximas semanas serão melhorados e actualizados os seus conteúdos.

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Monday, June 4, 2007

NOTICIAS NACIONAIS - WWW.PS.PT

NOTÍCIAS

Facilitada aquisição de computadores e acesso à banda larga

A partir de Setembro mais de meio milhão de portugueses vão passar a ter acesso a um computador ligado à banda larga, anunciou o primeiro-ministro, José Sócrates, no debate mensal na Assembleia da República que teve como tema as tecnologias de informação e a competitividade.

Para José Sócrates o desenvolvimento da sociedade da informação constitui um dos programas mais ambiciosos integrados no Plano Tecnológico, programa que o Governo do Partido Socialista lançou logo que iniciou o seu mandato em 2005.
Com esta iniciativa, a Governo pretende garantir que mais de meio milhão de portugueses, nomeadamente estudantes, professores e trabalhadores em formação tenham um melhor e mais qualificado acesso, quer ao uso do computador, quer à utilização da banda larga.
Para José Sócrates, uma economia que quer permanecer competitiva tem que acompanhar os avanços tecnológicos no domínio das telecomunicações e da sociedade da informação, razão pela qual o primeiro-ministro considera que uma mais correcta e massificada utilização dos computadores e da banda larga constitui hoje “muito mais do que uma necessidade de acesso a bens e produtos tecnológicos” mas também, como referiu, um “meio de democratizar as comunicações, o conhecimento e uma forma moderna e igualmente democrática de acesso a bens e serviços que devem estar ao alcance de uma número cada vez maior de portugueses”.
Para se ter uma ideia da oportunidade que esta iniciativa representa, destacou o primeiro-ministro, basta recordar que cerca de 57 por cento das famílias portuguesas ainda não dispõem de um computador em casa ou tendo, como sublinhou, “não estão ligados em banda larga”.

Programa financiado com o licenciamento de telemóveis 3G

O programa prevê que já a partir do próximo mês de Setembro todos os estudantes que se inscrevam no 10º ano passarão a ter acesso a um computador e à respectiva ligação em banda larga, a um preço que o Governo pretende que seja muito reduzido e avaliado “em função do rendimento do respectivo agregado familiar”, sendo para o efeito criados três escalões, um primeiro para os estudantes beneficiários da acção social escolar, um segundo para aqueles que, não sendo beneficiários da acção social escolar, estão contudo integrados em agregados familiares de baixos rendimentos e, finalmente, um terceiro e último escalão destinado aos restantes estudantes.
Também os professores, do ensino básico e do secundário, passarão a ser incluídos e a beneficiar de ajudas significativas para a aquisição de computadores portáteis.
Finalmente, o terceiro e último grupo, que respeita aos trabalhadores em formação que serão igualmente abrangidos por esta iniciativa do Governo com as respectivas facilidades agora anunciadas pelo primeiro-ministro.
O programa será financiado, como disse o primeiro-ministro, com as “contrapartidas que o Estado contratualizou “já em 1999″, como lembrou, com os operadores no licenciamento das comunicações móveis de terceira geração”.

A “amnésia” de Marques Mendes

Na sua intervenção, o líder da bancada parlamentar socialista, depois de saudar o programa anunciado pelo primeiro-ministro, criticou Marques Mendes pelo uso e abuso da “teoria da fuga” às questões que lhe estavam a ser colocadas, aproveitando de seguida para tratar a “amnésia” do líder da oposição, que negou no Parlamento que o PSD, enquanto Governo, tivesse dado apoio à construção do novo aeroporto na Ota.
Alberto Martins lembrou então que, a 27 de Novembro de 2002, durante o Governo de Durão Barroso, foi aprovada em Conselho de Ministros uma proposta favorável à referida infra-estrutura onde consta a assinatura do próprio Marques Mendes.
Centrando-se no programa que garantirá computadores e acesso à Internet a meio milhão de pessoas, o presidente do GP/PS considerou ser esta uma medida “decisiva” para a nova estratégia de desenvolvimento do país com base no conhecimento que os socialistas estão a construir.
E pediu a José Sócrates que aprofundasse as questões relativas aos fundos públicos disponíveis para o investimento necessário e precisasse o calendário para a implementação do programa.
Em resposta, o primeiro-ministro afirmou que as verbas que se destinam a fomentar a difusão dos computadores e o acesso à banda larga no sector da Educação estão garantidas e que houve agora um esforço público de negociação com os operadores de serviços.
Acusou depois os anteriores governos de direita de, no passado, terem desleixado os apoios financeiros necessários para a avançar na rota da inovação.
Quanto ao calendário desta iniciativa, Sócrates adiantou que a medida estará imediatamente disponível para as pessoas inscritas no programa “Novas Oportunidades” e, para as escolas, a partir de Setembro, com o arranque do próximo ano lectivo.
R.S.A./M.R.

 

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