Wednesday, January 23, 2008

PAGAMENTO DE QUOTAS 2008

Informamos que foram alterados os valores das quotas a pagar pelos militantes em 2008.

Assim, de acordo com o regulamento aprovado pela Comissão Nacional, é devida a quota mensal de 1 euro, no total de 12 € anuais ( designada quota mínima ).

O pagamento pode ser efectuado semestralmente ( 6 € ) ou anualmente ( 12 € ).

O pagamento pode ser efectuado por Multibanco, com as seguintes referências:

Entidade : 20 132

Referência: 0000 xxxxx ( xxxxx= número de militante ) - num total de 9 dígitos

Montante: ______ € ( mínimo aceite: 6 € - deve inserir 6€ ou 12€)
 
Querendo subscrever a assinatura em papel do Jornal Acção Socialista deverá acrescentar mais 12 € anualmente.

Em alternativa pode receber gratuitamente a versão em formato electrónico indicando para tal o seu e-mail à Sede Nacional ou efectuando download directo do site oficial do PS ( www.ps.pt ).

Em alternativa e de acordo com a lei o pagamento da quota pode ser efectuado por transferência bancária ou depósito bancário na conta exclusivamente destinada a esse efeito pelo PS, no
 
Millennium - BCP-CONTA PS-QUOTIZAÇôES - NIB 0033 0000 4523 4162 8730 5 

( nesta última hipótese, caso tenha dúvidas, deverá solicitar à secção de residência as informações necessárias ).

O pagamento em cheque só pode ser efectuado excepcionalmente, pelo que deverá informar-se na Secção de Residência onde se encontra inscrito sobre os procedimentos a adoptar.

Quaisquer dúvidas devem ser esclarecidas junto das respectivas secções onde os militantes se encontram inscritos.

www.ps.pt
 

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DEFICE ORÇAMENTAL 2007

Défice público supera as expectativas do Governo PDF Imprimir e-mail
O défice orçamental de 2007 ter-se-á aproximado dos 2,5 por cento do Produto Interno Bruto, valor substancialmente melhor que as expectativas do Governo e que garante a Portugal o cumprimento da meta do Pacto de Estabilidade e Crescimento.

O valor foi avançado pelo ministro do Estado e das Finanças, Teixeira dos Santos, na apresentação da síntese orçamental relativa ao ano de 2007, em conferência de imprensa conjunta com o ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, José Vieira da Silva. O ministro Teixeira dos Santos afirmou que “os valores da execução [orçamental] foram melhores do que o esperado” porque o Estado gastou menos 840 milhões de euros do que estava previsto em Outubro, altura em que foi anunciado que o défice seria de 3%.
Teixeira dos Santos prefere que seja o Instituto Nacional de Estatística em conjunto com o Banco de Portugal e a Direcção-Geral do Orçamento a anunciar o valor definitivo do défice orçamental, mas sublinhou que com esta poupança do Estado fica realizada “a primeira parte do trabalho de correcções das contas públicas”, cujo objectivo cimeiro era colocar o défice nacional abaixo dos 3 pontos percentuais, invertendo, assim, a situação de défice excessivo.       

22 Jan 2008

Veja site PS - NACIONAL renovado em »»» www.ps.pt

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Thursday, January 10, 2008

PS NACIONAL - TRATADO DE LISBOA

Notícias

A ratificação parlamentar do Tratado é tão legítima com a referendária

 

A decisão agora anunciada pelo Governo português estava a ser aguardada com alguma expectativa, sobretudo pelos restantes Estados Europeus que entretanto já determinaram as suas posições quanto ao modelo de ratificação do Tratado.
Recorde-se que para poder entrar em vigor, o Tratado de Lisboa tem que ser ratificado por todos os Estados da União Europeia, sem excepção, seja por via parlamentar, seja através de referendo popular.
Portugal segue assim o exemplo dos restantes países da União Europeia, recorrendo à ratificação parlamentar como modo de aprovação do novo Tratado Europeu, com a excepção da República da Irlanda que por imperativos constitucionais irá recorrer ao referendo popular.
Para José Sócrates, a opção parlamentar sustenta-se na “ética da responsabilidade”, sublinhando que até seria vantajoso para o seu Executivo ir a votos numa consulta sobre a União Europeia, adiantando um conjunto de argumentos que classificou de ordem política para justificar a opção agora anunciada.
Portugal, disse, dispõe de uma “ampla maioria a favor do projecto europeu”, razão porque o recurso a um referendo teria, entre outras, “implicações negativas nos outros Estados-membros” que entretanto já decidiram recorrer à via parlamentar, podendo assim pôr em causa, como acrescentou, o “processos de ratificação nesses países”.
Na opinião do primeiro-ministro, se Portugal tivesse escolhido a via referendária o preço dessa opção seria a de alimentar por essa Europa fora uma “dúvida completamente infundada sobre a legitimidade democrática de um tratado que a generalidade dos países europeus vai ratificar nos respectivos parlamentos”, atitude que para José Sócrates “seria de uma total irresponsabilidade”, algo que Portugal “não quer, não pode e não vai fazer”.
Em defesa da opção agora anunciada pelo Governo, o primeiro-ministro lembrou ainda a este propósito o alerta recente do Presidente da República quando há poucos dias advogou que o Tratado de Lisboa “tem ainda um caminho a percorrer”, caminho esse, acrescentou ainda Cavaco Silva, “que não está isento de riscos”, pelo que fazer um referendo aqui em Portugal, defendeu ainda o Presidente da República, “teria implicações noutros países e é justo dizer que, no mínimo, agravaria os riscos de o tratado nunca entrar em vigor”.

Ver mais »»»»  www.ps.pt

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Tuesday, January 8, 2008

PS - POLITICAS SOCIAIS COM RESULTADOS - TEMPO DE ANTENA