Friday, March 28, 2008

PS TV


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INTERVENÇÕES DO PRIMEIRO MINISTRO

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Friday, February 1, 2008

NOVAS MEDIDAS SOCIAIS

José Sócrates anuncia novas Medidas Sociais
30-Jan-2008

O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou hoje, no debate quinzenal na Assembleia da República, novas medidas de combate à pobreza e estímulo à natalidade.

O aumento em 20% do abono de família para as famílias monoparentais foi uma das medidas anunciadas pelo primeiro-ministro, que considera que estas familias “são aquelas que estão em maior risco de pobreza”. No âmbito da política de fomento à natalidade, o primeiro-ministro revelou também a criação um “subsídio social de maternidade” destinado “às mães que não tiveram carreira contributiva” durante a sua vida activa.

A actualização do complemento solidário para idosos em 6% foi outra das novas medidas anunciadas. Actualmente este complemento está fixado em 323,5€ mas José Sócrates defendeu que “nenhum idoso deve ter menos de 400 euros”.

“Estas são medidas que reforçam um conjunto já amplo de políticas sociais. Queremos desenvolver e dar maturidade ao Estado Social”, salientou ainda o primeiro-ministro.

Ver video em www.ps.pt  

 

Alberto Martins faz balanço positivo das medidas do Governo

30-Jan-2008

O presidente do Grupo Parlamentar do PS, Alberto Martins, considerou hoje “positivo” o balanço das medidas e resultados da actuação do Governo na área social, elogiando a nova geração de políticas sociais lançadas. Falando aos deputados no Parlamento, Alberto Martins apontou a reforma da Segurança Social, que tirou Portugal da “zona de alto risco”, a convergência do regime geral e da Função Pública, a eliminação dos subsistemas de Segurança Social, o programa de combate à fraude e evasão contributiva da Segurança Social e o aumento da equidade da ADSE, como “medidas consistentes” tomadas pelo Governo no âmbito da reforma do Estado Social.

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Wednesday, January 23, 2008

DEFICE ORÇAMENTAL 2007

Défice público supera as expectativas do Governo PDF Imprimir e-mail
O défice orçamental de 2007 ter-se-á aproximado dos 2,5 por cento do Produto Interno Bruto, valor substancialmente melhor que as expectativas do Governo e que garante a Portugal o cumprimento da meta do Pacto de Estabilidade e Crescimento.

O valor foi avançado pelo ministro do Estado e das Finanças, Teixeira dos Santos, na apresentação da síntese orçamental relativa ao ano de 2007, em conferência de imprensa conjunta com o ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, José Vieira da Silva. O ministro Teixeira dos Santos afirmou que “os valores da execução [orçamental] foram melhores do que o esperado” porque o Estado gastou menos 840 milhões de euros do que estava previsto em Outubro, altura em que foi anunciado que o défice seria de 3%.
Teixeira dos Santos prefere que seja o Instituto Nacional de Estatística em conjunto com o Banco de Portugal e a Direcção-Geral do Orçamento a anunciar o valor definitivo do défice orçamental, mas sublinhou que com esta poupança do Estado fica realizada “a primeira parte do trabalho de correcções das contas públicas”, cujo objectivo cimeiro era colocar o défice nacional abaixo dos 3 pontos percentuais, invertendo, assim, a situação de défice excessivo.       

22 Jan 2008

Veja site PS - NACIONAL renovado em »»» www.ps.pt

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Thursday, January 10, 2008

PS NACIONAL - TRATADO DE LISBOA

Notícias

A ratificação parlamentar do Tratado é tão legítima com a referendária

 

A decisão agora anunciada pelo Governo português estava a ser aguardada com alguma expectativa, sobretudo pelos restantes Estados Europeus que entretanto já determinaram as suas posições quanto ao modelo de ratificação do Tratado.
Recorde-se que para poder entrar em vigor, o Tratado de Lisboa tem que ser ratificado por todos os Estados da União Europeia, sem excepção, seja por via parlamentar, seja através de referendo popular.
Portugal segue assim o exemplo dos restantes países da União Europeia, recorrendo à ratificação parlamentar como modo de aprovação do novo Tratado Europeu, com a excepção da República da Irlanda que por imperativos constitucionais irá recorrer ao referendo popular.
Para José Sócrates, a opção parlamentar sustenta-se na “ética da responsabilidade”, sublinhando que até seria vantajoso para o seu Executivo ir a votos numa consulta sobre a União Europeia, adiantando um conjunto de argumentos que classificou de ordem política para justificar a opção agora anunciada.
Portugal, disse, dispõe de uma “ampla maioria a favor do projecto europeu”, razão porque o recurso a um referendo teria, entre outras, “implicações negativas nos outros Estados-membros” que entretanto já decidiram recorrer à via parlamentar, podendo assim pôr em causa, como acrescentou, o “processos de ratificação nesses países”.
Na opinião do primeiro-ministro, se Portugal tivesse escolhido a via referendária o preço dessa opção seria a de alimentar por essa Europa fora uma “dúvida completamente infundada sobre a legitimidade democrática de um tratado que a generalidade dos países europeus vai ratificar nos respectivos parlamentos”, atitude que para José Sócrates “seria de uma total irresponsabilidade”, algo que Portugal “não quer, não pode e não vai fazer”.
Em defesa da opção agora anunciada pelo Governo, o primeiro-ministro lembrou ainda a este propósito o alerta recente do Presidente da República quando há poucos dias advogou que o Tratado de Lisboa “tem ainda um caminho a percorrer”, caminho esse, acrescentou ainda Cavaco Silva, “que não está isento de riscos”, pelo que fazer um referendo aqui em Portugal, defendeu ainda o Presidente da República, “teria implicações noutros países e é justo dizer que, no mínimo, agravaria os riscos de o tratado nunca entrar em vigor”.

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Tuesday, January 8, 2008

PS - POLITICAS SOCIAIS COM RESULTADOS - TEMPO DE ANTENA